Blog Clara Nunes

09 junho 2018

Selo dos correios Clara Nunes


                 
            Cerimônia de lançamento do 13º Festival Cultural Clara Nunes 2018 na Casa de Cultura de Caetanópolis-MG em 08/06/2018 com selo comemorativo dos correios. 
Fotos: Marilene Araújo - Secretaria da Cultura 



















04 junho 2018

Vem aí o 13º Festival Cultural


                                                      Lançamento do 13º Festival 
                                          Em breve a programação de 11 a 19 de agosto 


                                           


30 maio 2018

Clara Estrela de volta: documentário no Canal Curta


🎤🌟🎶 Clara Estrela🎇
🎥 Este documentário sobre a cantora Clara Nunes sintetiza com elegância o caldeirão cultural brasileiro, mestiço, agregador e sincrético. O filme narra, apenas em primeira pessoa, através de entrevistas em diversos programas de TV e rádio, a trajetória da cantora que conquistou o Brasil e vários países do mundo. Além do minucioso trabalho de pesquisa audiovisual, o documentário traz ao público a oportunidade de ouvir as entrevistas de mídia impressa através da narração da atriz Dira Paes.
 Horários: 30/05 às 10h40; 02/06 às 09h30; 03/06 às 20h25.
#canalcurta #claranunes #claraestrela

25 maio 2018

Caetanópolis, terra natal de Clara na Sapucaí 2019 !

                                 aRTE:  Clara borges - pb

"Caetanópolis estará presente por ser a sua terra natal e por abrigar o seu precioso acervo no Memorial Clara Nunes.
As reuniões com o Presidente da Portela acontecem desde o final de janeiro desse ano e em breve a Carnavalesca Rosa Magalhães estará em Caetanópolis pesquisando a história da nossa estrela maior."
Prefeitura de Caetanópolis-MG



ENREDO DA PORTELA VAI EXALTAR BRASILIDADE DA OBRA DE CLARA NUNES


'Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá' é o título
 
 
A brasilidade e o legado da cantora portelense Clara Nunes (1942—1983) serão retratados no enredo que a Portela levará para a Avenida no Carnaval 2019. O anúncio oficial da homenagem foi feito pela diretoria, nesta quarta-feira, através de um vídeo publicado nas redes sociais da agremiação. O título do enredo é "Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá."

CLIQUE E CONFIRA O VÍDEO DE DIVULGAÇÃO DO ENREDO
 
O tema vai ser desenvolvido pela consagrada carnavalesca Rosa Magalhães, que revelará mais detalhes no lançamento da sinopse aos compositores. A data do encontro será marcada em breve. 
 
Ao falar sobre a escolha, o presidente Luis Carlos Magalhães destacou o antigo desejo da comunidade pelo enredo. "Todo ano os portelenses cobram isso da gente. 'Quando que vai ser a vez da Clara, quando?' Aí esse ano como tem a data redonda dos 95 anos de fundação da Portela, e nós já estávamos falando que iríamos fazer um enredo pra dentro da escola, contando algo da nossa história, ficou difícil não fazer. As pessoas estavam nos cobrando e perguntando diretamente o motivo de não ser a Clara esse ano, se havia algum impedimento familiar. Nós já tínhamos a intenção de fazer esta homenagem, sempre tivemos. E o movimento cresceu muito... Nós estávamos em conversa lá com o pessoal de Caetanópolis (cidade natal de Clara), mas a coisa explodiu tanto internamente que resolvemos lançar o enredo agora, do nosso jeito."


Jornais do Rio de Janeiro bombaram o Enredo da Portela.
E neles Caetanópolis assume seu lugar de honra de TERRA NATAL de Clara Nunes, de fato e de direito.
Em Caetanópolis das Minas Gerais, também "se ouvirá para sempre, o canto de uma sabiá".

Marilene Araujo   
Secretária Cultura Caetanópolis

Caetanópolis na Marquês de Sapucaí
Finalmente a Escola de Samba Portela decidiu o seu Enredo para o Carnaval de 2019.
CLARA NUNES, a Guerreira de Caetanópolis terá sua vida e obra contada na avenida mais carnavalesca do Brasil.
Caetanópolis estará presente por ser a sua terra natal e por abrigar o seu precioso acervo no Memorial Clara Nunes.
As reuniões com o Presidente da Portela acontecem desde o final de janeiro desse ano e em breve a Carnavalesca Rosa Magalhães estará em Caetanópolis pesquisando a história da nossa estrela maior.
É o Rio de Janeiro se curvando ao valor cultural de uma das maiores representantes da Música Popular Brasileira.
Parabéns ao Prefeito e a Secretária de Cultura! Clara Nunes e Caetanópolis merecem esse reconhecimento cultural.

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Vagner Fernandes
escritor,jornalista
Cabe destacar, reconhecer, fazer jus a agremiações e carnavalescos que, anteriormente, lançaram-se sobre a vida e a obra da Clara, personificando na avenida a sua a trajetória. Em 2005, a Mocidade Alegre, de São Paulo, reverenciou a mineira com o enredo "Clara, Claridade, um canto de luz no Ilê da Mocidade", de autoria do carnavalesco Zilkson Reis, por meio do qual abocanharia o terceiro lugar. Aqui, no Rio, a Tuiuti celebrou a artista em 2012. O querido e visionário Jack Vasconcelos levou para a avenida a sua leitura sobre o personagem com “Clara Nunes, a tal mineira”, uma lindíssima homenagem quando a escola ainda se encontrava no Grupo de Acesso. A celebração pela Portela tem uma conotação diferente por questões óbvias. Mas é preciso lembrar os belos desfiles dessas duas agremiações que resgataram dignamente a memória da artista.,
Clara Nunes será o enredo da Portela em 2019. Uma das cantoras mais importantes de toda a história da música brasileira ganha reverência da escola que a acolheu e da qual se converteria em um personagem icônico. Todos conhecem a paixão que nutro por Clara, a quem celebrei com uma biografia, atualmente esgotada. É uma figura emblemática, porque trouxe à luz debates acerca do machismo imperioso que cerceava o mercado fonográfico, no qual somente os homens se consagravam no ranking dos grandes vendedores de discos. Ela romperia tal barreira, alcançando a marca das 100 mil cópias comercializadas. A primeira mulher a quebrar o tabu. Não foi Elis, não foi Gal, não foi Bethânia. Foi Clara. Transformou-se em uma referência ao por na boca-de-cena compositores geniais que amargavam o anonimato imposto pela indústria, como Candeia, Toninho Nascimento, Romildo, Dona Ivone, entre tantos outros. Teve merecido reconhecimento ao fazer da sua arte um instrumento poderoso contra a intolerância étnico-racial e de credos, celebrando a África, o negro e todas as religiões de matrizes africanas em uma trajetória luminosa. Foi pioneira em todas essas discussões numa época de escorraçamento àqueles que defendiam causas desta natureza. Por tudo isso, Clara Nunes virou mito. Todos os outros elementos que possam corroborar para a deificação do personagem são secundários diante da nobreza com que buscava salvaguardar persistentemente a identidade cultural brasileira. À direção da Portela, na figura do presidenteLuis Carlos Magalhães, um abraço afetuoso, repleto de emoção, pela escolha de um enredo tão significativo, que levará para a avenida, certamente, por meio da vida e obra de Clara Nunes, questões que afligem a todos nós na sociedade contemporânea. É enredo para festa (afinal, Clara era a alegria em pessoa e a Portela está completando 95 anos), mas, sobretudo, para reflexão.


24 maio 2018

Em 2019 Clara Nunes será enredo da PORTELA !


                                                                 Clara Nunes 

Portela acerta ao louvar na avenida Clara Nunes, voz que ecoa na memória do Brasil

Por Mauro Ferreira, G1

Desde que se transformou em cantora de samba, a partir de 1971, Clara Nunes (1942 – 1983) foi ficando cada vez mais associada à Portela, uma das agremiações mais tradicionais do Carnaval do Rio de Janeiro. Por isso mesmo é mais do que justa e merecida a decisão da escola de samba de celebrar novamente a luz de Clara no Carnaval de 2019.
A vida e a obra da cantora mineira serão contadas e louvadas pela Portela na avenida com o enredo intitulado Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá. O título alude a verso da letra de Um ser de luz (João Nogueira, Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, 1983), samba composto e lançado há 35 anos, na voz de Alcione, para reverenciar a memória de Clara no ano em que a artista saiu precocemente de cena aos 41 anos incompletos. O enredo será desenvolvido pela atual carnavalesca da Portela, Rosa Magalhães.
É a primeira vez que Clara – em foto de Wilton Montenegro – é o único tema de enredo da Portela. No entanto, no Carnaval 1984, a Portela já homenageou a cantora, ainda sob o impacto e a emoção da morte da artista em abril do ano anterior. Só que, naquele ocasião, o samba-enredo Contos de areia (Dedé da Portela e Norival Reis, 1984) abarcava homenagens a Clara, a Paulo Benjamim de Oliveira (1901 – 1949) – o Paulo da Portela, um dos pioneiros e mais ilustres sambistas da escola nascida de um bloco do qual Paulo foi um dos fundadores em 1923 – e a Natalino José do Nascimento (1905 – 1975), o Natal da Portela, primeiro bicheiro a patrocinar uma escola de samba.
                                                               Clara Nunes (Foto: Divulgação / Wilton Montenegro)
Em 2019, a Portela celebra somente a cantora que tanto propagou a agremiação ao longo da década de 1970. Além de ter desfilado na escola de samba até 1983, ano em que saiu de cena em decorrência de complicações de operação de varizes, Clara gravou sambas-enredos da Portela – como Ilu Ayê (Terra da vida) (Cabana e Norival Reis, 1972) e Macunaíma, Herói de nossa gente (David Corrêa e Norival Reis, 1975) – e expressou o louvor à agremiação azul-e-branca dos bairros cariocas de Madureira e Oswaldo Cruz no samba Portela na avenida (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), o maior sucesso do penúltimo álbum da cantora,Clara (1981).
Até pela luminosa presença de Clara Nunes na história da música do Brasil e, sobretudo, na memória afetiva do povo brasileiro, a Portela entrará na avenida em 2019 com forte probabilidade de ouvir já nas arquibancadas o grito de "É campeã!" e de, na quarta-feira de cinzas, conquistar o 23º título do Carnaval da cidade do Rio de Janeiro. Como diz a letra do vitorioso samba-enredo de 1984, "É Clara guerreira... Lá vem trovoada...".
https://g1.globo.com/pop-arte/musica/blog/mauro-ferreira/post/2018/05/24/portela-acerta-ao-louvar-na-avenida-clara-nunes-voz-que-ecoa-na-memoria-do-brasil.ghtml

            Enredo da Portela em 2019 vai exaltar brasilidade

                             da obra de Clara Nunes


 A brasilidade e o legado da cantora portelense Clara Nunes (1942—1983) serão retratados no enredo que a Portela levará para a Avenida no Carnaval 2019. O anúncio oficial da homenagem foi feito pela diretoria da escola de samba, nesta quarta-feira, através de um vídeo publicado nas redes sociais da agremiação, que é a maior campeã do Carnaval do Rio (22 campeonatos). O título do enredo é “Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá”.
O tema vai ser desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães, que revelará mais detalhes no lançamento da sinopse aos compositores. A data do encontro será marcada em breve.
Ao falar sobre a escolha, o presidente Luis Carlos Magalhães destacou o antigo desejo da comunidade pelo enredo.— Todo ano os portelenses cobram isso da gente: ‘Quando que vai ser a vez da Clara, quando?’. Aí esse ano, como tem a data redonda dos 95 anos de fundação da Portela, e nós já estávamos falando que iríamos fazer um enredo pra dentro da escola, contando algo da nossa história, ficou difícil não fazer. As pessoas estavam nos cobrando e perguntando diretamente o motivo de não ser a Clara esse ano, se havia algum impedimento familiar. Nós já tínhamos a intenção de fazer esta homenagem, sempre tivemos. E o movimento cresceu muito... Nós estávamos em conversa lá com o pessoal de Caetanópolis (cidade natal de Clara, em Minas Gerais), mas a coisa explodiu tanto internamente que resolvemos lançar o enredo agora, do nosso jeito.
https://extra.globo.com/noticias/rio/enredo-da-portela-em-2019-vai-exaltar-brasilidade-da-obra-de-clara-nunes-22710238.html

Portela anuncia que Clara Nunes será o enredo da escola em 2019

'Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá' é o título do tema que será desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães

Ontem, às 21:55










Portela anuncia que Clara Nunes será enredo em 2019 Foto:Divulgação/ Portela






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Com o título Na Madureira Moderníssima, Hei Sempre de Ouvir Cantar Uma Sabiá, o tema será desenvolvido pela carnavalesca Rosa Magalhães. A sinopse será entregue aos compositores numa data ainda a ser definida.
Luis Carlos Magalhães, presidente da agremiação, declara que esta é a realização de um sonho dos portelenses.
"Todo ano os portelenses cobram isso da gente. 'Quando que vai ser a vez da Clara, quando?' Aí esse ano como tem a data redonda dos 95 anos de fundação da Portela, e nós já estávamos falando que iríamos fazer um enredo pra dentro da escola, contando algo da nossa história, ficou difícil não fazer. As pessoas estavam nos cobrando e perguntando diretamente o motivo de não ser a Clara esse ano, se havia algum impedimento familiar. Nós já tínhamos a intenção de fazer esta homenagem, sempre tivemos. E o movimento cresceu muito... Nós estávamos em conversa lá com o pessoal de Caetanópolis (cidade natal de Clara, em Minas Gerais), mas a coisa explodiu tanto internamente que resolvemos lançar o enredo agora, do nosso jeito."
No carnaval 2018 a Portela foi a terceira colocada com o enredo De Repente de Lá pra Cá e De repente de Cá pra Lá em que contou a história da fundação da cidade de Nova York.
https://vejario.abril.com.br/cultura-lazer/portela-homenageara-clara-nunes-no-carnaval-de-2019/

          Clara Nunes será enredo da Portela em 2019

Clara desfilando na Portela, em 82, quando a escola foi vice-campeã com 'Meu Brasil, brasileiro'
Vinte e duas vezes campeã do carnaval carioca, a Portela anunciou, nesta quarat-feira, seu enredo para 2019: "Na Madureira moderníssima, hei sempre de ouvir cantar uma Sabiá" vai homenagear Clara Nunes, um dos grandes nomes da história da agremiação e que, pela primeira vez, será exclusivamente homenageada em um desfile portelense.
Mineira de Paraopeba, Clara Francisca Gonçalves Pinheiro foi a primeira cantora brasileira a ultrapassar a marca de 100 mil cópias vendidas, quebrando um importante tabu. Gravou dezenas de samba da Portela, puxou desfiles na Avenida, foi madrinha da Velha Guarda, influenciou e foi influenciada por todo o universo mágico em torno da maior vencedora da folia. E, agora, de forma mais do que justa, Clara Nunes se torna enredo da Portela.
https://blogs.oglobo.globo.com/repinique/post/clara-nunes



15 maio 2018

"Voce passa eu acho graça" bela interpretação da baiana Laila Garin


Clara Nunes 

Samba que projetou Clara Nunes há 50 anos ganha 

gravação de Laila Garin

Clara Nunes 
                                                             Laila Garin 



Esse é o vídeo da música "Você Passa Eu Acho Graça", regravada pela Laila Garin e A Roda.
Ela faz parte da nova novela das nove "Segundo Sol", da Rede Globo.



                                                         Laila Garin


Por Mauro Ferreira, G1
 




A imagem luminosa de Clara Nunes (1942 – 1983) começou a ficar definitivamente associada ao samba a partir de 1971, ano em que a cantora mineira passou a gravar discos produzidos pelo radialista Adelzon Alves. Contudo, três anos antes, Clara já ganhara projeção ao gravar um samba, Você passa eu acho graça, de autoria creditada ao compositor Ataulfo Alves (1909 – 1969) em inusitada parceria com Carlos Imperial (1935 – 1992).
Samba que batizou o álbum lançado pela cantora e 1968, Você passa eu acho graça ganha 50 anos depois a voz da cantora e atriz baiana Laila Garin em gravação feita para a trilha sonora da novela Segundo sol, cuja estreia está programada pela TV Globo para 14 de maio.
Produzida pela própria Laila Garin com o ROda, trio com quem a cantora faz discos e shows, a gravação sai em single neste mês de maio e promove o segundo link de Laila com Clara, já que a intérprete baiana – em foto de Daryan Dornelles – também foi convidada a dar voz e vida à cantora mineira em filme de ficção sobre a trajetória do apresentador de TV Abelardo Barbosa (1917 – 1988), o Chacrinha, morto há 30 anos.
Aliás e a propósito, foi a participação no filme, rodado em 2016, que fez Laila se encantar com o samba Você passa eu acho graça"Estudei um pouco a vida e a obra de Clara. Fiquei louca por essa música, que eu já tinha ouvido, mas nunca tinha me atido a ela. Acho uma melodia linda que, junto com a letra, tem um riso e uma dor ao mesmo tempo. Não gravei esse samba para usar no filme, mas tem uma citação dele numa cena muito especial entre Clara e Chacrinha. Quando surgiu a possibilidade de gravar a música para a novela, que se passa na Bahia, falei para a minha banda A ROda que gostaria de cantá-la com um arranjo que remetesse à Bahia, que preservasse a essência da gravação original e que tivesse o tempero da ROda", conta Laila.