As duas figuras femininas (Dona Ivone Lara e Clara Nunes) terão suas trajetórias encenadas para
o público, com previsão de estreia para 2015
Jornal Estado de São Paulo 27/07/2014
Desde 2011, musicais brasileiros têm apostado em um filão: levar aos palcos
vida e obra de grandes nomes da música brasileira. Depois de um início marcado
por figuras masculinas, como Tim Maia, Milton Nascimento, Cazuza e Chico Buarque
(não especificamente sobre o artista, mas um condensado de seus musicais), as
mulheres roubaram a cena de vez, com espetáculos sobre Elis Regina, Rita Lee,
Cássia Eller e Carmen Miranda.
Pioneira.
Dona Melodia deve estrear em 2015
Reafirmando essa toada, mais duas figuras femininas terão suas trajetórias
encenadas para o público. Com previsão de estreia para 2015, atualmente em fase
de pré-produção e de captação de patrocínios, musicais vão homenagear dois nomes
importantes na história do samba: Dona Ivone Lara e Clara Nunes (1943-1983).
Batizado de Ivone Lara – Dona Melodia, o espetáculo sobre Dona Ivone
vai contar a trajetória da compositora, cantora e instrumentista conhecida no
meio musical como “A Primeira Dama do Samba”. Com texto de Diogo Vilela e
direção de Fernando Philbert, o musical apresentará diversas fases da obra da
homenageada, relembrado o pioneirismo de Dona Ivone num universo extremamente
masculino (e machista) do samba, principalmente quando do início de sua
carreira.
Clara Nunes será vivida por Vanessa Gerbelli nos palcos
Mais de 30 anos depois de sua morte, Clara Nunes, outra figura feminina
imprescindível na história não só do samba, mas da música popular brasileira,
também voltará aos palcos por meio de um musical.
O espetáculo, com previsão de estreia para janeiro, no Rio, ainda busca
patrocínios e está orçado em aproximadamente R$ 3,1 milhões. Ainda com o título
provisório de Clara Nunes – O Musical, a peça terá roteiro, direção
musical e geral de Francisco Nery, e a atriz Vanessa Gerbelli no papel
principal.
Mineira, nascida em Caetanópolis, Clara Nunes morreu em abril de 1983, aos 39
anos, após uma malsucedida cirurgia para a retirada de varizes. Antes da
fatalidade, cantou diversos gêneros musicais, teve sua figura muito ligada ao
samba e a canções com influências do candomblé, além se tornar a primeira
cantora brasileira a vender mais de 100 mil discos.
Ao longo de sua carreira, gravou composições de nomes como Paulo César
Pinheiro (com quem foi casada), João Nogueira, Mauro Duarte, Nelson Cavaquinho,
Candeia, Paulinho da Viola, Nei Lopes, Wilson Moreira, Chico Buarque, Vinicius
de Moraes, entre outros.
“O espetáculo terá dez músicos e dez dançarinos no palco. Não vamos contar a
vida da Clara, vamos cantar a vida dela, passando pelas diversas fases de sua
obra: as músicas do Nordeste, o início da carreira, a Portela, a parte mais
religiosa. Tive o privilégio de ver a Clara no palco, uma cantora que está tão
viva na memória dos cariocas, uma mulher que construiu o próprio teatro”,
completa Francisco Nery.
“Vamos tratar da obra da Clara, não falo em tristeza, não falo em morte. Como
bem definiu Paulo César Pinheiro, foi um ser de luz. Um ser desses, um mito, não
morre jamais”, diz o diretor. / L.N.
Grande participação no 9º Festival Clara Nunes, o amigo Martinho da Vila !
Clara Nunes e Martinho da Vila
Aluizio Machado e Ovidio Bessa compuseram a música de nome Clara Nunes
que Martinho da Vila gravou no LP Clube do Samba e em seu LP Palavras Diversas
em 1983. Considerada uma da melhores homenagens à Clara Nunes , letra sensível mística como tudo que envolve a guerreira .
Clara Nunes Aluizio Machado - Ovídio Bessa
O sol se escondeu O céu se enuveceu Se fez um véu de tristeza singular E o Rio que foi festa em fevereiro Parou todo um dia inteiro Tão somente pra chorar Chorar tristemente por aquela Que cantou pela Portela Também a Portela chorou
Vai fazer falta na avenida Quem viveu cantando a vida Não morreu, desencantou
Será que Oxalá com seus ciúmes Quis sentir os seus perfumes E ouvir o seu cantar Clara guerreira Mineira faceira A que fez Madureira de novo chorar A morte pra mim não é despedida Porque a morte é a vida Que se faz continuar
O Instituto Clara Nunes e Universidade Federal de São João Del Rei, convidam para a inauguração da nova Exposição do Memorial Clara Nunes, "Clara Mestiça", a ser realizada , no dia 19 de julho de 2014, às 17:30 horas, durante o 27 Festival de Inverno Cultural da UFSJ. Apresentação do grupo "Chora Genésio". Rua Fernando Lima, 250 - Caetanópolis MG.
Regulamento do Festival da Canção de Caetanópolis-2014 Programação dentro do Festival Clara Nunes http://www.caetanopolis.mg.gov.br/publicacoes/regulamfcanc.pdf
O Memorial Clara Nunes convida a todos para a inauguração da exposição "Clara Mestiça", que ocorrerá no dia 19 de julho na sua cidade natal; Caetanópolis-MG.
Espetáculo homenageia os 30 anos de falecimento de Clara Nunes
FOTO: DIVULGAÇÃO
'Deixa Clarear' é uma visita a memória da Clara Nunes e do universo musical presente em sua trajetória
VOLTA REDONDA
O Teatro Gacemss apresenta o espetáculo 'Deixa Clarear' que homenageia os 30 anos de falecimento de Clara Nunes. A montagem, protagonizada pela jovem atriz Clara Santhana, é o encontro das duas Claras: a atriz e a cantora. O espetáculo será apresentado hoje, as 21 horas; os ingressos estão sendo vendidos na secretaria do local.
A atriz Clara Santhana é dirigida por Isaac Bernat, que recentemente assinou a direção de 'Calango Deu' e atua na peça 'Incêndios', a direção musical é de Alfredo Del Penho que participou de musicais como 'Gonzagão, A Lenda' e 'Sassaricando'. “Transitar pelo universo musical e pela memória de Clara Nunes nos abriu uma imensa possibilidade de olhares sobre o Brasil, bem como sobre o que é ser um artista profundamente envolvido com a sua arte e com seu país”, explica o diretor Isaac Bernat.
A atriz passeia pelas varias fases da carreira e da vida de Clara Nunes com um repertório composto por grandes compositores, como: João Nogueira, Paulo Cesar Pinheiro, Paulinho da Viola, Candeia, Chico Buarque, Nelson Cavaquinho, entre outros. A música presente atua como uma extensão da cena e as letras também constituem uma dramaturgia.
Os temas abordados no espetáculo são o amor, a esperança e a luta pela liberdade. “Com esta peça, levamos o colorido de seu riquíssimo universo, propagando seu canto por todos os cantos. Clara Nunes era uma cantora do povo que cantava para o povo e é isso que vamos partilhar no palco!” conclui a atriz.
Leo Moura Toca Clara Nunes é um trabalho que homenageia a vida e a obra da cantora. O CD está super bem gravado e conta com a participação de instrumentistas de primeira linha! Vale a pena conferir.
O Canta Brasil apresentou quatro shows, em diferentes cidades do país, com um grande elenco de nomes MPB.
17/02/1982
Periodicidade: dias alternados Horário: 21h10
A primeira edição de Canta Brasil reuniu, no dia 7 de fevereiro de 1982, um elenco de grandes nomes da música e do humor no estádio do Morumbi, em São Paulo.
Durante três horas e meia, cerca de 110 mil pessoas assistiram às apresentações de César Camargo Mariano, Chico Buarque de Hollanda, Clara Nunes, Elba Ramalho, Fagner, Gonzaguinha, Ivan Lins, Milton Nascimento, MPB-4, Nara Leão, Paulinho da Viola, Simone, Djavan, Toquinho, Os Trapalhões e Chico Anysio.
O especial foi exibido dez dias depois, em uma versão compacta de duas horas.
Especial em homenagem a Clara Nunes, falecida no dia anterior.
FORMATO
Direção: Eid Walesco Data de exibição: 03/04/1983 Horário: 22h
Especial em homenagem a Clara Nunes, falecida no dia anterior, Clara Guerreira foi apresentado por Bibi Ferreira, que narrou momentos marcantes da vida da cantora e mostrou diversas imagens da homenageada em shows e videoclipes. O especial transmitiu, ainda, a última entrevista concedida pela cantora, em 1982, no programa TV Mulher(1980).
Entre as músicas apresentadas no programa estavam: Quando Vim de Minas, de Xangô da Mangueira;Nação, de João Bosco, Aldir Blanc e Paulo Emílio; Mineira e Banho de Manjericão, ambas de João Nogueira e Paulo César Pinheiro; É Doce Morrer no Mar, de Dorival Caymmi e Jorge Amado; Feira de Mangaio, de Sivuca e Glorinha Gadelha; e Morena de Angola, de Chico Buarque de Hollanda.
O especial contou com a participação de músicos como João Nogueira, Leci Brandão, Dona Ivone Lara e Alcione, e exibiu cenas do enterro de Clara Nunes.
O músico Jair Rodrigues ajudou Clara Nunes a embarcar na carreira de sambista
"Jair Rodrigues ajudou a carreira de Clara Nunes, nossa mais célebre intérprete, que era natural de Caetanópolis, no interior do estado. “Quando Clara veio ao Rio, para participar de um festival de música da TV Record, ainda era desconhecida, e a gente se olhou, gostou um do outro e começamos a ter um affair”, revela o cantor à Encontro, em entrevista realizada no ano de 2012. Na época em que conheceu a "tal mineira", Jair fazia shows acompanhado do grupo Originais do Samba, e quando foram excursionar pela América Latina, levou Clara junto. " uai.com.br (continua) http://sites.uai.com.br/app/noticia/encontrobh/encontro-indica/2014/05/08/noticia_encontro_indica,148571/jair-rodrigues-ajudou-a-carreira-de-clara-nunes.shtml
Os telespectadores mais nostálgicos do canal Viva ganharão um presente todas as segundas: O programa “Cassino do Chacrinha” voltará a ser exibido pela emissora.A atração será veiculada no horário das 20h30. Como atração musical Clara Nunes sempre esteve presente .O “Cassino do Chacrinha” foi exibido entre 1982 e 1988 na Globo. O semanal também terá horários alternativos no canal por assinatura: aos sábados, às 17h45, e domingos, às 20h45.
Clara Nunes, 39 anos, passou 28 dias em estado de coma profundo depois de submeter-se a uma operação de varizes. No seu último show no Portelão, em Madureira, com a velha guarda da escola do seu coração, ela prometeu voltar no 1º domingo de abril. Voltou com um dia de antecedência, para ser velada por cerca de 50 mil pessoas, num Sábado de Aleluia nublado, na quadra se apresentou. Os fãs enfrentaram sol, chuva, brigas e empurrões, e por duas vezes o caixão balançou, quase caiu. Os fãs cantavam a Valsa do Adeus quando o caixão foi fechado. O surdo da Bateria da Portela marcou a saída de Clara Nunes pela última vez da quadra da escola. O prefeito em exercício, Jamil Haddad, decretou luto oficial por três dias.Clara nasceu Clara Francisca Gonçalves Pinheiro na cidadezinha mineira de Paraopeba no dia 12 de agosto de 1943. Mudou-se aos 14 anos, já orfã de pai, o violeiro Mané Serrador - cantador de folias-de-rei, para Belo Horizonte, e foi cantar no coral de uma igreja. No início dos anos 60, deixava o anonimato ao conquistar o terceiro lugar na finalíssima nacional do concurso A Voz do Ouro ABC, cantando a Serenata do Adeus de Vinícius de Moraes. O salto para a projeção nacional foi em 1965, já no Rio de Janeiro, quando iniciou a longa parceria de 17 anos com a gravadora Odeon.
Foi uma grande profissional do disco e uma estrela de primeira grandeza do palco. Em 1972, no Teatro Glauce Rocha, dividiu espetáculos com Vinícius e Toquinho, e com Paulo Gracindo. Como testemunho de sua coragem e de sua dedicação à vida artística, em 1977, Clara Nunes inaugurou seu teatro no Shopping da Gávea, Rio de Janeiro com o espetáculo Canto das 3 Raças. Em 1981 levou milhares de pessoas ao Teatro Clara Nunes, para vê-la no show Clara Mestiça. Uma desbravadora iluminada Foi a primeira voz feminina a romper a barreira dos 100 mil discos, uma regra imutável dos corredores das gravadoras que dizia que mulher não vendia discos. Lançou para o sucesso de massa nomes idolatrados do mundo do samba. Gravou Candeia, Nelson Cavaquinho, Monarca, Dona Ivone Lara, Elton Medeiros, Paulinho da Viola, João Nogueira entre muitos outros da nata dos autores do gênero. Também passeou por outras veredas da música popular brasileira, sempre com resultados brilhantes. Clara deixa um rastro de luz pelo caminho artístico que soube cavar com energia, coragem e fé.
Em 5 de março de 1983, Clara Nunes se submeteu a uma aparentemente simples cirurgia de varizes, mas a cantora acabou tendo uma reação alérgica a um componente do anestésico. Clara sofreu uma parada cardíaca e permaneceu durante 28 dias internada na UTI da Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro.
Na madrugada do sábado de Aleluia de 2 de abril de 1983, a poucos meses de completar 40 anos, Clara Nunes entrou oficialmente em óbito, vítima de um choque anafilático.
O corpo da cantora foi velado por mais de 50 mil pessoas na quadra da escola de samba Portela. O sepultamento no Cemitério São João Batista foi acompanhado por uma multidão de fãs e amigos. Em sua homenagem, a rua em Oswaldo Cruz onde fica a sede da Portela, sua escola de coração, recebeu seu nome (antiga Rua Arruda Câmara).
"Canto Sagrado": uma homenagem a Clara Nunes, com Fabiana Cozza
A paulistana Fabiana Cozza chega aos 16 anos de carreira com solidez. Sua caminhada passa pelo teatro, pela dança e pela música. Vencedora do Prêmio da Música Brasileira 2012 – Melhor Cantora de Samba -, Cozza atuou em musicais com temática brasileira no início da vida artística, aprimorando sua expressão cênica e interpretação.
Espaço: Grande Teatro
Datas/Horários
06/04 às 19h
Valores
R$30,00 (inteira) e R$15,00 (meia)
Posto de Vendas
Bilheteria do Cine Theatro Brasil Vallourec, Avenida Amazonas, 315
Ela nasceu para quebrar tabus. Clara Francisca Gonçalves Pinheiro, conhecida no meio artístico como Clara Nunes, hoje considerada uma das maiores intérpretes da história da música brasileira, estourou no país na década de 1960. Na época, graças a sucessos como Sabiá, Você Passa, Eu Acho Graça e Pra Esquecer, tornou-se a primeira cantora a vender mais de 100 mil cópias por aqui.
Nesta edição de Dois Diretores em Cena, Tuta e Nilton Travesso a homenageiam e reproduzem uma entrevista em que ela narra o início de sua trajetória ao apresentador Randal Juliano.
“Nasci na linda e maravilhosa Paraopeba. É um amor de cidade. Fica em Minas Gerais, no Centro, perto de Belo Horizonte. É pequena, mas muito gostosa. O povo é maravilhoso. Até hoje conserva o folclore, a folia de reis, as pastorinhas. É uma cidade alegre. Tem serenatas. Estou sempre lá. Gosto muito dessas coisas (...). Quando vim para o Rio de Janeiro, tive a felicidade de conhecer pessoas maravilhosas que muito me ajudaram. Uma delas foi Ataulfo Alves, que, junto com Carlos Imperial, me incentivou a gravar samba”, diz.
Cecília Rabello, filha de Paulinho da Viola, encarna Clara Nunes para ensaio de carnaval do EGO
Aos 34 anos, ela será musa da Portela no carnaval de 2014. Nas fotos, relembra a grande cantora, com quem admite semelhança física: 'Dependendo do ângulo, os traços lembram, sim. Fico feliz. É uma honra'.
A partir do dia 5 de fevereiro a atriz e cantora Sandra Serrado a banda Canto Livre lançam no Tijuca Tênis Clube o show “Vem Clarear!”. O show relembra a beleza e a genialidade da voz, carisma e sedução de Clara Nunes e presta uma homenagem aos grandes nomes do cenário musical brasileiro, como Ataulfo Alves, João Nogueira, Adelson Alves, Paulo Cesar Pinheiro, Paulinho da Viola e o Velho Guerreiro Chacrinha.
Com direção musical de JP Silva ( diretor da divina Elza Soares), “Vem Clarear” conta com músicos tarimbados da noite carioca e durante 90 minutos de show eles relembram os sucessos das canções: Alvorada, Morena de Angola, Tristeza, Pé no chão, Feira de Mangaio, entre outras.
As apresentações serão todas as quartas-feiras do mês de fevereiro, às 19h30,no valor de R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia) e R$ 18,00 (para grupos), e contam com a participação de dançarinos de salão para dar o tom do samba e da boemia.
A cantora e atriz Sandra Serrado se apresenta com figurinos e adereços confeccionados por Irene Fachin e a direção de movimentos fica a cargo do coreógrafo Marcio Vasconcellos.
Sandra Serrado traz para os palcos releituras musicais e pequenos textos para contar e cantar Clara Nunes, em 90min de encantamento e saudade. Um Tributo a Guerreira relembrando sucessos como Alvorada, Morena de Angola, Tristeza, Pé no chão, Feira de Mangaio, entre outros....
“Vem Clarear!” é um show que pretende relembrar a beleza e a genialidade da voz, carisma e sedução de Clara Nunes e presta uma homenagem a grandes nomes do cenário musical brasileiro, como Ataulfo Alves, João Nogueira, Adelzon Alves, Paulo Cesar Pinheiro, Paulinho da Viola, entre outros.
A banda é composta por músicos tarimbados da noite carioca para acompanhar Sandra Serrado nesse passeio musical e tem na direção musical o Violonista JP Silva.
Sandra Serrado se apresenta com figurinos e adereços confeccionados por Irene Fachin com várias trocas durante o show.
Os dançarinos de salão dão o tom do samba antigo e da boemia.
“Vem Clarear!” conta com a participação dos Atores: Carol Vasconcelos, Antonio Midon e Camille Dias nos textos que costuram o roteiro.
A Direção de Movimentos é do coreógrafo Marcio Vasconcellos, a criação de arte é de Laura Coelho, na Assessoria de Imprensa, Gisele Machado e a Direção Geral é de Sandra Serrado com produção da Z7 Produções.