Blog Clara Nunes

05 agosto 2013

Da Bahia, a homenagem de Carla Visi !

Carla Visi grava Clara Nunes em CD que tem Thiaguinho e Péricles

Cantora projetada como vocalista da banda Cheiro de Amor revisita repertório da ‘Guerreira’ no CD ‘Pura claridade'

MAURO FERREIRA
Rio - Os 30 anos da morte de Clara Nunes (1942 - 1983) ainda geram tributos à cantora mineira. Após Mariene de Castro, Fabiana Cozza (que gravou ao vivo o show ‘Canto sagrado’ no fim desemana, em São Paulo) e Valéria Oliveira, é a vez da baiana Carla Visi, cantora projetada como vocalista da banda Cheiro de Amor nos anos 90, revisitar o repertório da ‘Guerreira’. Visi lança o CD ‘Pura claridade — Um tributo a Clara Nunes’.
Baiana canta Clara Nunes
Foto:  Divulgação
Produzido por Izaias Marcelo, o disco se diferencia dos demais tributos ao pôr o repertório de Clara nas vozes de cantores de pagode. Visi recebe Péricles (‘Canto das três raças’), Thiaguinho (‘Tristeza pé no chão’) e Xande de Pilares (‘Coração leviano’), além de Paula Fernandes. A música que une as vozes de Visi e da cantora sertaneja, aliás, estava esquecida. ‘Dia de esperança’ (Jorge Smera) é samba-canção lançado no irregular primeiro LP de Clara, de 1966.
Visi acerta ao reviver músicas da fase inicial de Clara, antes de a mineira aderir ao samba. Outro samba-canção, ‘Foi ele’ (Carlinhos Imperial), de 1969, também causa surpresa em repertório que também dá nova chance a ‘Tributo aos orixás’ (Mauro Duarte, Noca da Portela e Rubem Tavares), tema afro gravado por Clara em 1972. Mas, à medida que o disco avança, Visi se volta para os hits mais óbvios, com interpretações que sequer roçam o brilho das luminosas (e definitivas) gravações de Clara Nunes, imortal ser de luz.

Mauro Ferreira, Jornal O Dia 



03 agosto 2013

8º Festival Clara Nunes

Show de Alcione confirmado no Festival Clara Nunes em Caetanópolis

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Começa no dia 12 de agosto o 8º Festival Clara Nunes, em Caetanópolis. O evento acontece desde 2006 e reúne diversos artistas durante uma semana com programação distribuída na Casa de Cultura e na Praça da Matriz, onde acontecem shows e atividades diversas. A organização confirmou nesta sexta, 02, apresentação da cantora Alcione, no dia 17 de agosto, na Praça da Matriz.

Show da cantora será no dia 17 de agosto / Foto: DivulgaçãoShow da cantora será no dia 17 de agosto / Foto: Divulgação

Na última edição do festival foi inaugurado o Memorial Clara Nunes, com 6.100 peças, catalogadas por uma equipe da Universidade Federal de São João del Rei. Além do memorial, Caetanópolis vai abrigar também o Espaço Cultural Casa da Clara. A casinha simples da rua Coronel Vítor Mascarenhas, onde a artista morou quando criança, será revitalizada e transformada em uma espécie de museu para contar a história de Clara na infância e adolescência. O projeto, que vai custar cerca de 250 mil reais, aguarda verba do Fundo Estadual de Cultura.
Clara Nunes cantou em rádios locais e gravou seu primeiro álbum, A Voz Adorável de Clara Nunes em 1966, composto basicamente de boleros. O reconhecimento veio oito anos depois, com Alvorecer onde assume o samba como gênero principal. A artista ficou famosa por interpretar temas ligados ao candomblé e sambas de influência africana. A programação do festival que homenageia Clara Nunes começa no dia 12 e segue até 18 de agosto. Confira a programação completa:


Fonte:
http://www.setelagoas.com.br/noticias/regiao/21669-show-de-alcione-confirmado-no-festival-clara-nunes-em-caetanopolis


02 agosto 2013

8º Festival Cultural Clara Nunes- Caetanópolis-MG 2013



Será realizado de 12 a 18 de agosto o 8º Festival Cultural Clara, em Caetanópolis (MG). A Prefeitura  definiu a programação oficial do evento, com promessa de muita cultura e bons shows para moradores e turistas. 
Natural de Caetanópolis, Clara Nunes morreu em 1983 no Rio de Janeiro. A artista foi uma das maiores intérpretes do país. Pesquisadora da música popular brasileira, de seus ritmos e de seu folclore, Clara também viajou várias vezes para a África, representando o Brasil. Clara Nunes seria uma das cantoras que mais gravariam canções dos compositores da Portela, sua escola do coração. Também foi a primeira cantora brasileira a vender mais de 100 mil cópias, derrubando um tabu segundo o qual mulheres não vendiam discos.

Mais informações sobre o festival pelo (31) 3714-7430 e também 
no site www.caetanopolis.mg.gov.br , além das redes sociais.








Especial Globo


Assista a chamada do Especial da Globo em homenagem à Clara :

http://globotv.globo.com/rede-globo/memoria-globo/v/clara-nunes-especial/2722199/

29 julho 2013

Em Sao Paulo - Homenagem em DVD


A cantora Fabiana Cozza chega aos 16 anos de carreira com solidez. Considerada por críticos e público uma das importantes intérpretes da música brasileira contemporânea, sua caminhada passa pelo teatro, pela dança e pela música. Vencedora do Prêmio da Música Brasileira 2012 – Melhor Cantora de Samba, Cozza atuou em musicais com temática brasileira.

2 e 3 agosto de 2013

Fabiana Cozza em Canto Sagrado

Fabiana Cozza retorna ao Auditório Ibirapuera para gravação do DVD Canto Sagrado – 70 Anos de Clara Nunes. O trabalho é resultado do espetáculo homônimo que aconteceu no Auditório Ibirapuera em 2012, uma homenagem aos 70 anos de nascimento da grande intérprete brasileira Clara Nunes (1942-1983). A cantora se apresenta dias 2 e 3 de agosto, às 21h.
O repertório contempla diferentes fases da cantora mineira e relê clássicos como“Conto de Areia”, “Canto das Três Raças”, “Meu Sapato Já Furou” e “Portela naAvenida”. Canto Sagrado foi idealizado por Fabiana Cozza, em parceria com a atriz Olívia Araújo e o bailarino e coreógrafo JC Viola. A apresentação conta ainda com sete músicos e a direção musical do baixista André Santos.
Com mais de 16 anos de carreira, Fabiana Cozza é considerada, por críticos e público, uma das mais importantes intérpretes da música brasileira contemporânea. Entre os espetáculos realizados, destacam-se Fabianíssima – Tributo a Elizeth Cardoso (2009) e Tributo a Edith Piaf (2011), ao lado da Orquestra Jazz Sinfônica – ambos no Auditório Ibirapuera.
Clara Nunes
Nasceu no interior de Minas Gerais e, antes de consagrar-se cantora, trabalhou como tecelã, ofício herdado de seu pai. Cantou em rádios locais e gravou seu primeiro álbum, A Voz Adorável de Clara Nunes (Odeon, 1966), composto basicamente de boleros. O reconhecimento veio oito anos depois, com Alvorecer(Odeon, 1974), em que assume o samba como gênero principal. No ano seguinte, lançou Claridade (EMI-Odeon, 1975), batendo todos os recordes de vendagem da época para intérpretes femininas. Famosa por abordar temas ligados ao candomblé e sambas de influência africana, nos discos que se seguiram interpretou sambas-enredos e composições de Dorival Caymmi, Chico Buarque e Paulo César Pinheiro, entre outros.
Repertório
“Senhora das Candeias”(Romildo e Toninho Nascimento)
“Tristeza Pé no Chão”(Armando Fernandes “Mamão”)
“Guerreira”(João Nogueira e Paulo César Pinheiro)
“Minha Missão”(João Nogueira e Paulo César Pinheiro)
“Deixa Clarear”(Wilson Moreira e Nei Lopes)
“Na Linha do Mar”(Paulinho da Viola)
“O Mar Serenou”(Candeia)
“Meu Sapato Já Furou”(Elton Medeiros e Mauro Duarte)
“Bafo de Boca”(João Nogueira e Paulo César Pinheiro)
“Novo Amor”(Chico Buarque)
“Lama”(Mauro Duarte)
“Pau de Arara”(Luiz Gonzaga e Guio de Moraes)
“Feira de Mangaio”(Sivuca e Glorinha Gadelha)
“Congada”(Romildo e Toninho Nascimento)
“Ijexá”(Edil Pacheco)
“A Deusa dos Orixás”(Romildo e Toninho Nascimento)
“Canto das Três Raças”(Paulo César Pinheiro e Mauro Duarte)
“Candongueiro”(Wilson Moreira e Nei Lopes)
“Portela na Avenida”(Paulo César Pinheiro e Mauro Duarte)
“Conto de Areia”(Romildo e Toninho Nascimento)
“Juízo Final”(Nelson Cavaquinho e Élcio Soares)

Fabiana Cozza em Canto Sagrado – 70 anos de Clara Nunes

sexta 2 e sábado 3 de agosto
às 21h
duração: 90 minutos (aproximadamente)
ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)
[livre para todos os públicos] L
Os ingressos podem ser adquiridos de duas maneiras:
Os ingressos podem ser adquiridos pelo site Ingresso.com, pelo telefone
11 4003 2330 ou na bilheteria do Auditório:

18 julho 2013

Vem aí o 8º Festival



O 8o Festival Cultural "Clara Nunes" é uma realidade, e já é considerado um sucesso... pelo desafio e aprendizado da equipe de organização. Apesar de todas as dificuldades (principalmente a financeira), a administração fará um evento com responsabilidade e qualidade.
Em breve será divulgado a programação.

Prefeitura Municipal de Caetanópolis-MG

08 julho 2013

Minas Movimenta na íntegra -Programa exibido 06/07/2013


O Minas Movimenta (Tv Alterosa) reverencia a memória de uma cantora mineira que marcou a história da MPB e mostra como ela ainda se faz presente de forma marcante em sua terra natal. A rica obra musical e as raízes de Clara Nunes em Caetanópolis. Com Rodrigo de Castro. Assista: 



05 julho 2013

Especial da TV Alterosa - BH domingo 7









No próximo domingo dia 07, às 09 hs, vai ao ar pela TV Alterosa (MG) o programa MINAS MOVIMENTA especial Clara Nunes.  Confira neste final de semana as iniciativas da comunidade de Caetanópolis (MG) para preservar a obra artística de Clara Nunes, sua filha mais ilustre, e vem convertendo a memória da cantora em uma ótima opção de turismo cultural em nosso estado.
Veja a chamada do programa:
http://minasmovimenta.com.br/



03 julho 2013

CD "Pura Claridade" da baiana Carla Visi

terça-feira, 7 de maio de 2013

Carisi lança "Pura Claridade"



"Pura Claridade", CD onde a cantora Carla Visi presta tributo a Clara Nunes, teve sua capa divulgada pela Sony Music, essa semana. Como explicita o título, o repertório foca nas canções cantadas pela cantora mineira, ao longo de sua carreira, e, é uma homenagem pelo 30 anos de sua morte, ocorrida em 1983.

Convidados de diversos estilos marcam presença no CD. Paula Fernandes, Thiaguinho, Péricles e Daniela Mercury, são os nomes escalados pela gravadora, para impulsionar o interesse pelo produto, que chega num momento em que diversos outros artistas prestam igual homenagem a Clara Nunes.
http://arteeplural.blogspot.com.br/2013/05/carla-visi-lanca-plura-claridade_7.html

25 junho 2013

São Paulo tem Fabiana Cozza com sua homenagem à Clara Nunes








Fabiana Cozza agendou para 2 e 3 de agosto de 2013 a gravação ao vivo de Canto sagrado, o show que idealizou e estreou em 2012 para celebrar os 70 anos do nascimento da cantora mineira Clara Nunes (1942 - 1983). O registro do espetáculo - em que Cozza dá voz a músicas como Meu sapato já furou (Mauro Duarte, 1974), A deusa dos orixás (Romildo Bastos e Toninho Nascimento, 1975), Feira de mangaio (Sivuca e Glorinha Gadelha, 1977 e Novo amor (Chico Buarque, 1982) - vai ser feito em apresentações no Auditório Ibirapuera, em São Paulo (SP). Na sequência da gravação, Cozza - em foto de Manoel de Brito - traz o show ao Rio de Janeiro (RJ) em apresentação única agendada para 10 de agosto de 2013 na Sala Baden Powell.




Fabiana Cozza em: Canto Sagrado / GRAVAÇÃO DVD

Data: 02 e 03 -08-2013 às 21:00
Local: Auditório Ibirapuera

Fabiana Cozza em: Canto Sagrado - 70 anos de Clara Nunes

Data: 10-08-2013 às 20:00
Local: Sala Baden Powell / Rio de Janeiro

Mais uma homenagem vinda do Nordeste: Valéria Oliveira

Cantora Valéria Oliveira lança o tão esperado CD em águas claras em homenagem à Clara Nunes

GRANDE SHOW DE LANÇAMENTO DO CD EM ÁGUAS CLARAS DE VALÉRIA OLIVEIRA
Foto: Divulgação
Valéria Oliveira lançará o tão aguardado CD em águas claras em homenagem à Clara Nunes com patrocínio da COSERN e do Governo do Estado por meio da Lei Câmara Cascudo de Incentivo à Cultura. O Maestro e gaitista Rildo Hora, que assina a produção musical e a maior parte dos arranjos do CD, é presença confirmada e fará uma participação especial no show de lançamento, dia 11 de julho, no Teatro Riachuelo, em Natal.
Com 22 anos de carreira, Valéria Oliveira tem um histórico de importantes realizações em prol da música e do artista potiguar. Ela foi a idealizadora do Projeto Retrovisor e do Projeto sem perder o passo, que tem como objetivo o fortalecimento da produção autoral na cidade.
Foi de Valéria também a ideia do Projeto Música NO AR que visa valorizar o artista potiguar por meio do intercâmbio cultural com artistas com carreiras consolidadas em outras cidades brasileiras e conhecidos nacionalmente. Dentro dessa linha de intercâmbio cultural, Valéria também criou MPB JAZZ que acaba de ser contemplado com o patrocínio da COSERN e do Governo do Estado via Lei Câmara Cascudo para a terceira edição que ocorrerá ainda este ano.
Com o Música NO AR, Valéria Oliveira foi a primeira artista com carreira desenvolvida na cidade a produzir um show musical no Teatro Riachuelo quebrando o tabu de que o teatro era inacessível para o artista potiguar com produções locais. Com o show de lançamento do CD em águas claras, Valéria bate recorde de apresentações musicais (quatro) como atração principal naquele Teatro.
A potiguar já representou a música do Rio Grande do Norte no Festival SXSW em Austin – Texas, em diversos clubes de Jazz em New Orleans, em temporadas na Suiça e em diversos locais no Japão incluindo a famosa casa noturna Blue Note, onde dividiu o palco com Wanda Sá. No Brasil, Valéria Oliveira teve a honra de dividir o palco com Ademilde Fonseca, Dona Ivone Lara, Monarco e a Velha Guarda da Portela, Leila Pinheiro, Daúde e Joyce, entre outros.
O time de bambas natalenses que acompanha Valéria Oliveira no show em águas claras é formado por Jubileu Filho (baixo/trompete/violão de 12 e vocal), responsável também pela direção musical do show; Alexandre Moreira (violão de 7 e bandolim); Cacá Veloso (violão de 6); Raphael Almeida (cavaquinho e bandolim); Rogério Pitomba (bateria); Del do pandeiro (pandeiros e vocal); Aluízio Pisão (percussão); Kelliney Silva (percussão e vocal); Ângela Castro, Tiquinha Rodrigues e Alexandre Piter (vocais) e tem ainda as participações especiais dos respeitados músicos Zé Hilton, na sanfona, e Willames Costa no contrabaixo acústico.
Como já é marca registrada nos shows da potiguar Valéria Oliveira, os ingressos sociais para a democratização do acesso à cultura, desta vez contemplará 150 pessoas das comunidades de Sibaúma, Pipa, Tibau, Pernambuquinho, Cabeceiras, Manimbu, Bela Vista, Piau, Umarí do projeto Somos Saúde e 50 jovens de outros projetos incluindo a Ilha de Música e Casa do Bem, totalizando a distribuição gratuita de 200 ingressos sociais.
Serviço:
Lançamento do CD em águas claras de Valéria Oliveira
Teatro Riachuelo
11 de julho de 2013 às 21h
Valores dos ingressos:
Pista: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia entrada)
Plateia, Frisa e Balcão Nobre: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada)
Camarote: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia entrada)
Patrocínio: COSERN, Governo do RN e Lei Câmara Cascudo
Apoio Cultural: Villa Park e 88,9 FM Universitária
Realização: Green Point
Informações para a imprensa: Mônica MacDowell 99889421
Sobre o CD
Nomes de grandes músicos do universo do samba estão presentes no CD como Carlinhos 7 cordas, Marcos Esguleba, Pretinho da Serrinha, Jamil Joanes, Camilo Mariano, Hulk, e Misael da Hora, músicos do Rio de Janeiro, e Del do Pandeiro e Jubileu Filho, de Natal, que acompanham Valéria desde o início do projeto em águas claras. Nos vocais, Maestro Bruno Leonardo, Patrícia Hora e Nina Pancevsky.
Gravado na Companhia dos Técnicos no Rio de Janeiro e no Megafone em Natal, o processo de gravação proporcionou um produtivo intercâmbio cultural entre os músicos das duas cidades.
O CD em águas claras conta ainda com a participação especial de Monarco e da Velha Guarda da Portela na faixa “Jardim da Solidão” e com as participações do Maestro Rildo Hora, Márcio Vanderlei, Zé Hilton, Antônio de Pádua, Willames Costa, Jotapê, Alexandre Moreira, Cacá Veloso, Raphael Almeida e Kelliney Silva que dão um toque especial ao CD. Participam ainda dos vocais, Ângela Castro, Tiquinha Rodrigues e Alexandre Piter e alguns amigos de Valéria no coro popular nas faixas Portela na Avenida e Alvoroço no Sertão.
O repertório, fruto de pesquisa iniciado por Valéria em 2008, inclui alguns clássicos como “Tristeza pé no chão” (Armando Fernandes), “Canto das três raças” (Mauro Duarte/Paulo César Pinheiro), “Você passa eu acho graça” (Ataulpho Alves/Carlos Imperial), “Conto de areia” (Romildo/Toninho), “O mar serenou” (Candeia), “Juízo final” (Nelson Cavaquinho/Élcio Soares), “Minha Missão” (João Nogueira e Paulo César Pinheiro), “Portela na avenida” (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), “Um ser de luz” (João Nogueira, Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro) e “Mineira” (João Nogueira e Paulo César Pinheiro).
Estão presentes também no CD outras pérolas que não foram tão difundidas na voz de Clara como “Casinha Pequenina” (domínio público); “Apenas um Adeus” (Edil Pacheco/Paulinho Diniz/Roque Ferreira); “À Flor da Pele” (Clara Nunes/Maurício Tapajós/Paulo Cezar Pinheiro); “Alvoroço no Sertão” (Aldair Soares/Raymundo Evangelista); “Puxada da rede do xaréu” (Maria Rosita Salgado Góes); “Basta um dia” (Chico Buarque) e “Jardim da Solidão” de Monarco.
O encarte do CD em águas claras, assinado pelo potiguar Jorge Henrique, traz recortes de um passado de Clara Francisca em Caetanópolis, cidade natal da mineira, imagens da casa em que ela nasceu e passou a infância, além de peças e matrizes de tecidos expostos no museu Têxtil Décio Mascarenhas, da Fábrica do Cedro, onde Clara, seguindo os passos da família, iniciou sua carreira profissional como tecelã. Valéria Oliveira recebeu o aval de Dona Mariquita, irmã e madrinha de Clara Nunes, para a realização da homenagem e diversas pessoas da terra natal da sabiá mineira já confirmaram a presença no lançamento incluindo o jornalista e escritor Newton Vieira que assina a apresentação do CD.
Mônica Mac Dowell
[monica@greenpoint.art.br]

04 junho 2013

29 maio 2013

Aline Calixto canta Clara


29 e 30/05 - Auditório Fernando Sabino (UFV) - Viçosa/MG (show Clara Nunes)
08/06 - Part. Velha Guarda da Portela - Sesc Belenzinho - São Paulo/SP
15/06 - Circuito Cultural - Largo da Glória - Contagem/MG
23/06 - Museu de Arte da Pampulha - Belo Horizonte/MG (show Clara Nunes)

22 maio 2013

Velha Guarda da Portela em show inédito- Homenagem à Clara Nunes


 SALVE SAMBA!  
Velha Guarda da Portela - participação de :
Virgínia Rosa e Aline Calixto

SESC Belenzinho
 
 
Dia(s) 07 e 08 de junho 2013
Sexta e Sábado, às 21h30

Sao Paulo 
A Velha Guarda da Portela presta homenagem à eterna madrinha Clara Nunes interpretando músicas de seu repertório. Entre os compositores escolhidos estão Monarco, Candeia, Manacéia, Paulinho da Viola e Paulo César Pinheiro. A direção musical é assinada por Paulão Sete Cordas, arranjador responsável pela direção musical de inúmeros trabalhos realizados com a Velha Guarda da Portela e grandes nomes do samba. Participações especiais de Virgínia Rosa (07/06) e Aline Calixto (08/06). Comedoria.
 Duração: 1h30. Ingressos à venda pela rede INGRESSOSESC a partir de 24/05, às 14h. 

  

21 maio 2013

Em cartaz no Rio- Teatro Casa da Gávea


A SABIÁ 2

EM CARTAZ

A SABIÁ – TRIBUTO A CLARA NUNES

  • quarta, 8 de maio - 20h
  • quinta, 9 de maio - 20h
  • quarta, 15 de maio - 20h
  • quinta, 16 de maio - 20h
  • Amanhã, 22 de maio - 20h
  • quinta, 23 de maio - 20h
  • quarta, 29 de maio - 20h
  • quinta, 30 de maio - 20h
A SABIÁ 1
Neste espetáculo, contamos a trajetória musical de um dos maiores mitos da música brasileira, Clara Nunes,  como numa conversa livre de bar.  Desde seu início de carreira até o seu último sucesso!
Grandes nomes da MPB e do cenário artístico nacional que tiveram grande influência na vida artística de Clara, entram em cena como os “narradores” de sua trajetória de luta.

Através das músicas executadas durante o espetáculo, fãs e público  fiéis, poderão matar a saudade da inesquecível Clara Nunes.  Do início até a celebração do sucesso, passo a passo.
A SABIÁ – TRIBUTO À CLARA NUNES é um espetáculo que pretende levar ao palco a beleza e a genialidade da voz, carisma e sedução de Clara Nunes.
Esta produção tem por objetivo o resgate da memória da cantora mineira, um dos maiores nomes da música nacional destacando seus maiores sucessos reaproximando não só uma legião de fãs, mas o público de uma forma geral, contando sua história que pretendemos preservar e também sua contribuição no cenário artístico nacional, valorizando o que é nosso, MISCIGENANDO A MÚSICA E A CRENÇA BRASILEIRA.
O grande público aproveitará para se deleitar com as mais belas e imemoráveis músicas apresentadas durante as quase duas horas de espetáculo !!!
Esta espetáculo, é inédito e conta com o apoio da imensa legião de fãs da grande cantora, precocemente falecida, Clara Nunes. Duração: 90 minutos – Livre 

30 abril 2013

Globo News- Clara Nunes especial


Edição do dia 25/04/2013
25/04/2013 11h16 - Atualizado em 25/04/2013 11h16



Todas as pessoas têm uma missão,



 a minha é cantar, dizia Clara Nunes



Zelosa da carreira, tinha que se apaixonar pela música antes de gravá-la.
Cantora foi a primeira mulher a vender 100 mil cópias de um disco.

Chamada de ‘ser de luz’ pelo compositor João Nogueira, acreditava em seu canto como instrumento de transformação social e fez de sua voz uma arma de batalha.
Também chamada de guerreira, era a presença do candomblé e da umbanda na música popular brasileira. “Todas as pessoas têm uma missão. Eu tenho a missão de cantar”, disse em entrevista a Leda Nagle, no Jornal Hoje, em 1982.
A cantora nasceu na pequena cidade de Paraopeba, em Minas Gerais. Do pai, um violeiro muito conceituado na região, ela herdou o amor pela música e o nome. Para batizar os filhos, ele olhava no calendário quem era o santo do dia. Em 12 de agosto, dia de Santa Clara, nasceu Clara Nunes.
Como os pais morrerem muito cedo, a cantora começou a trabalhar aos 14 anos, como operária em uma fábrica de tecidos. “Acho fundamental a mulher ter uma profissão. Aprendi desde cedo a ser independente financeiramente e a lutar para conseguir as coisas. Digo que continuo operária. Hoje eu sou operária da música popular brasileira”, afirmou Clara no TV Mulher, em 1981.
Clara Nunes - Você passa, eu acho graça (Foto: Globo News)Capa do disco 'Você passa e eu acho graça'
Aos 16 anos, mudou-se para Belo Horizonte, onde venceu diversos concursos de calouros e começou a tocar em rádios, televisões e boates. Aos 23, tentou a sorte no Rio, onde gravou o primeiro disco. Ela acreditava que só acertou mesmo a partir de 1968, quando gravou ‘Você passa e eu acho graça’, de Ataulfo Alves e Carlos Imperial. “Ali me senti mais tranquila. Queria encontrar um caminho que não fosse parecido com nenhum artista e vi que tinha uma brecha, que era me voltar para o folclore”, contou ao TV Mulher, em 1982.
O auge do sucesso começou em 1974, com ‘Conto de areia’. Dali em diante, os discos de Clara Nunes saiam com, no mínimo, 200 mil exemplares vendidos. “Clarinha tomava muito cuidado com seu repertório e, para isso, ela tinha que se apaixonar pela música que iria gravar”, lembrou a amiga Bibi Ferreira no especial dedicado à cantora gravado em 1983.
Para o músico Sivuca, ela não era apenas uma grande sambista, mas uma intérprete que se saía bem em diversos gêneros. “Era romântica quando tinha que ser romântica e folclórica quando encarava uma música nordestina. Dispunha de um material vocal maravilhoso, era uma cantora de possibilidades ilimitadas”, disse.
Clara Nunes (Foto: Globo News)Em suas apresentações, Clara Nunes gostava de se vestir de branco e pedir proteção. As canções que exaltavam a fé fizeram dela símbolo do sincretismo religioso do país. (Fotos: Reprodução/Globo News)
A cantora mineira teve duas grandes paixões: a Portela, tradicional escola de samba do Rio, e o produtor musical Paulo César Pinheiro, com quem se casou. “O Paulinho foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida. Ele é simplesmente extraordinário, um grande amigo, um homem maravilhoso”, derreteu-se em entrevista ao Jornal Hoje, em 1979.
Em suas apresentações, vestia-se toda de branco e, antes de entrar no palco, batia no chão três vezes, rezava e pedia proteção aos orixás. “Eu sou muito mística, tenho uma fé muito grande e acredito nos orixás. É uma coisa que está dentro do meu coração, dentro da minha alma. É muito sincero da minha parte”, disse ao Jornal Hoje também em 1979. A fé cantada nas letras fez dela um símbolo do sincretismo religioso no país.
Clara recusava os rótulos e gostava de dizer que era uma cantora popular brasileira. “Uma coisa que sempre lutei na minha vida foi justamente ser uma cantora popular, que cantasse as coisas do meu povo, principalmente as boas. Só canto aquilo que é verdade. Eu sou uma cantora autêntica brasileira”, afirmou em 1976.

Assista na íntegra: