Cineasta lafaietense lança curta sobre Dona Mariquita,
irmã mais velha da cantora Clara Nunes
Filme já selecionado em diversos festivais mundiais, traz um recorte pouco conhecido da vida da artista sob ótica de sua irmã, a costureira Dona Mariquita
Realizado anualmente, sempre na 1ª quinzena de agosto, o Festival Cultural Clara Nunes tem várias horas de espetáculos de música, dança, folclore e teatro, shows com artistas locais e de renome nacional. A programação inclui seminários, cursos, exposições, competições e oficinas, com venda de artesanato e comida da região, transformando Caetanópolis na “maior cidade cultural” de sua região. E tudo acontece tendo como base a obra da filha mais ilustre de Caetanópolis, a cantora Clara Nunes. Todas as atrações são gratuitas e os moradores são receptivos, recebendo com prazer os visitantes de Caetanópolis.
Cássia Regina Ribeiro Munich
Secretaria de Desenvolvimento Municipal,
Cultura, Esportes e Meio Ambiente
Caetanópolis - MG
O curta-metragem CLARA ESPERANÇA já está disponível no site do ROTA - Festival de Roteiro Audiovisual, onde concorre ao prêmio de Melhor Roteiro de Documentário pelo Júri Popular. Ele poderá ser visto até 26 de junho.
ASSISTA, VOTE E AJUDE A DIVULGAR! 💙
LINK PARA ASSISTIR E VOTAR: https://www.rotafestival.com/concurso/mostra-competitiva-de-curtas
Por trás da grande mulher que o Brasil conheceu, existiu outra grande mulher que você vai conhecer.” CLARA ESPERANÇA, o curta-metragem documental que contará a história de Dindinha , ou Mariquita, irmã Clara Nunes.
SINOPSE: um recorte pouco conhecido da vida de Clara Nunes através da história da sua irmã, a costureira Maria Gonçalves, que lutou durante décadas pela preservação da memória da cantora através da fundação da creche e do memorial que levam o seu nome.
Em 1983 morreu Clara Nunes, aos 40 anos de idade, uma das maiores intérpretes do Brasil. Há 39 anos... nossa homenagem à mineira inesquecível !
Houve um tempo, quando as bolachas de vinil giravam nas vitrolas sem parar, em que antes mesmo das descobertas musicais compravam-se discos de MPB pelas capas — e elas eram, invariavelmente, de Elifas...
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/cultura/datas-elifas-andreato-djenane-machado-e-taylor-hawkins/
No ano em que o Brasil entrou oficialmente na Segunda Guerra Mundial, nasceram alguns dos mais importantes nomes do cancioneiro popular do país, entre eles Nara Leão, Paulinho da Viola e Gilberto Gil. Entre eles, dois têm profunda relação com Minas Gerais: Clara Nunes (1942-1983) e Milton Nascimento.
Ainda que não tenham sido exatamente próximos e não tenham tantas afinidades musicais, os dois artistas compartilham uma série de paralelos, entre eles o fato de terem passado os primeiros anos no interior do Estado, vindo pra Belo Horizonte e, após experiências determinantes na capital, despontaram para o Brasil e o mundo.
Neste episódio, Emerson de Paula, professor da Universidade Federal do Amapá e autor do livro “O Corpo Como Texto: Clara Nunes e A Performance da Fé” (ed. CRV), o jornalista e antropólogo Paulo Thiago de Mello, autor de “Milton Nascimento e Lô Borges: Clube da Esquina” (ed. Cobogó) e o jornalista Flávio Henrique, programador musical da rádio Inconfidência, discutem a trajetória e o legado dos artistas.
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Ouça :
https://www.otempo.com.br/podcasts/tempo-habil/de-minas-para-o-mundo-os-80-anos-de-clara-nunes-e-milton-nascimento-1.2626924

Grande artista que foi, Clara Nunes não morreu, virou mito. A trajetória da cantora, lembrada até hoje com carinho pelo público, vai virar série na Globo. No momento, a produção se concentra na busca, através de testes, de uma atriz para vivê-la na televisão. A ideia inicial é que ela seja interpretada por um rosto novo, ainda desconhecido dos telespectadores. As gravações devem começar até o fim do ano, com previsão de lançamento para 2022.
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Em pouco mais de 20 anos de carreira, Clara foi uma cantora de grande sucesso comercial, levando também para fora do país a cultura brasileira. Em 1983, ela saiu de cena, com apenas 40 anos, depois de ter se submetido a uma cirurgia de varizes. Uma reação alérgica fez com que a cantora sofresse uma parada cardíaca e ficasse internada por 28 dias até sua morte. Em 1984, Clara voltava à sua querida Portela, mas como homenageada do enredo campeão da escola de Madureira.
https://extra.globo.com/famosos/procura-se-uma-clara-nunes-atrizes-fazem-teste-para-viver-cantora-em-nova-serie-da-globo-25110054.html